Entrevista

Esvaziamento dos reservatórios é sinal de que temos um problema estrutural no setor elétrico. Entrevista com Mário Veiga, presidente da consultoria PSR, que afirma que há 18,5% de chances de termos um racionamento de energia severo em 2014, o que afetaria, aproximadamente, 12 milhões de residências em São Paulo.

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Entre caras de pau e pessimistas

Janet Yellen não cai na categoria “cara de pau”, mas não  escapa do grupo dos “pessimistas do fim do mundo”- conforme a classificação feita pela presidente Dilma na festa do PT na última segunda. Presidente do Fed, o banco central dos EUA, Yellen colocou o Brasil entre os cinco emergentes mais frágeis neste processo de mudança do cenário global. Mas não se meteu em política interna brasileira, nem sugeriu mudanças.

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Esse apagão é nosso

A gente tem que admitir: dadas as circunstâncias, o pessoal da presidente Dilma saiu-se muito bem no dia do apagão. Não estava nada fácil garantir a segurança do sistema elétrico no momento mesmo em que faltava luz para 6 milhões de pessoas, em 13 estados e mais o Distrito Federal. E isso no improviso: a coletiva de terça fora chamada para garantir que não haveria apagões; a energia pifou mal as autoridades começavam a explicar. Tudo considerado, a resposta foi, em interpretação livre, a seguinte: o nosso apagão é muito melhor.

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O “rapa” e o Uai

A cena me foi descrita por uma ouvinte da CBN, quando eu estava no ar na última terça-feira: em São Paulo, na movimentada avenida Rebouças, num calor de rachar, dois PMs saem de uma “viatura” e confiscam os copinhos de água que um homem vendia aos sedentos motoristas parados no semáforo. 

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Difícil mudar

       Se François Hollande tivesse como presidente o mesmo sucesso que mostra com as mulheres, a França poderia estar numa boa.  Neste momento, aliás, Hollande está em processo de mudança nas duas situações. Substitui a atual primeira dama, a jornalista Valérie Trierwailer, pela atriz Julie Gayet – e nesses casos pessoais, ninguém além dos diretamente envolvidos pode dizer se é para melhor ou para pior.

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Vã filosofia

Os franceses obviamente vivem melhor que os brasileiros. Têm mais renda, empregos bem remunerados, boas aposentadorias, saúde e escola públicas de qualidade, transporte público entre os melhores da Europa e, pois, do mundo,  belas estradas. Além disso, os franceses inventaram e cultivam com cuidado e inovação algumas das melhores coisas da vida: a velha e a nova cozinha, os vinhos, os queijos, a moda e o estilo das mulheres. Em resumo: civilização, arte, cultura.

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Viajando

Estava no portão 15 do aeroporto de Guarulhos, esperando um voo da Gol para Recife, sexta à tarde, 20 de dezembro, pessoal já partindo em férias. Logo, tudo lotado. De repente, o sistema de som informa que esse voo estava na última chamada, no portão 17. Não era só eu que havia bobeado. Muitas pessoas levantaram-se preocupadas e correram para o outro portão. Na maior pressa, os funcionários acomodaram os atrasados em um ônibus e … nada.

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2014 em diante

No Uruguai e nos estados americanos de Colorado e Washington, entrou em vigor neste 1o. de janeiro a legalização da produção, processamento e venda de maconha. São regulamentações diferentes, estatizantes no Uruguai, mais liberais nos EUA, mas todas com o mesmo objetivo: tirar o espaço do tráfico ilegal e, pois, eliminar ou reduzir bastante os esforços e custos de combater uma guerra considerada perdida.

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Maconheiro liberal

Um conservador de verdade deve ser a favor ou contra a legalização da maconha? Depende, isso pelo menos nos Estados Unidos – onde, aliás, em janeiro agora, entra em vigor a legalização do plantio, processamento e venda nos estados de Colorado e Washington.

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Maconheiro estatal

Legalizar a maconha não é uma boa ideia. Mas pode levar a uma situação menos ruim que a atual. Os usuários continuariam aí –  e necessitando de cuidados – mas os traficantes perderiam o mercado e, pois, o dinheiro com o qual ganham a guerra, assassinando desde adversários até usuários inadimplentes, intimidando e corrompendo policiais, juízes e governantes. O Estado economizaria bilhões hoje torrados em operações policiais.

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